MetLife diz que geração Z espera benefícios personalizados dos empregadores

Um estudo da empresa de seguros MetLife, sobre Tendências de Benefícios para Trabalhadores, conclui que sete em cada 10 profissionais da geração Z – também conhecidos como centennials – esperam que as entidades empregadoras avancem com uma política de benefícios laborais mais personalizada. Metade dos inquiridos da geração Z afirma também que a maioria das comunicações sobre benefícios que recebem não são relevantes e 63% gostariam que as suas empresas prestassem recomendações mais personalizadas.

Estas conclusões mostram que as empresas terão de reavaliar as suas estratégias de benefícios para satisfazer as expectativas da geração Z que, em breve, representará a maioria da força laboral. O estudo revela ainda que as empresas que ajudam os trabalhadores a obter o máximo valor dos seus benefícios sociais têm um impacto positivo no desempenho da organização.

Oscar Herencia, vice-presidente para o sul da Europa e diretor geral da MetLife na Ibéria, salienta que “o estudo revela que, da mesma forma que as empresas apresentam produtos ou serviços personalizados para os clientes, também deverão personalizar a oferta de benefícios sociais para os seus trabalhadores. As organizações têm talentos de diferentes gerações e a chave para manter esses profissionais satisfeitos passa por implementar estratégias que reconheçam as preferências únicas de cada geração”. “É uma tendência que está a ser impulsionada sobretudo pela geração Z, mas que terá efeitos positivos na experiência laboral de todos trabalhadores”, conclui.

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O estudo da MetLife revela também que as estratégias que apostem na educação ao longo do ano sobre a oferta e as vantagens dos planos de benefícios da empresa, conjugadas com o aumento da utilização desses benefícios, proporcionam um maior retorno sobre este investimento das empresas. A Metlife defende que é necessário um maior envolvimento do empregador e uma maior preocupação com os trabalhadores. De acordo com o estudo, a preocupação que as empresas mostram com os seus trabalhadores tem um impacto tangível no respetivo bem-estar, felicidade e satisfação geral e, por conseguinte, no desempenho organizacional.

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