Manifestação em Lisboa apela ao fim do massacre do povo palestiniano

Delegações do PCP e do BE juntaram-se a manifestação em Lisboa

Delegações do Partido Comunista Português (PCP) e do Bloco de Esquerda (BE) juntaram-se a uma manifestação em Lisboa, em que se apelou ao “fim do massacre” do povo palestiniano e se acusou Israel de praticar uma “política de genocídio”.

Cerca de mil pessoas participaram na manifestação

Centenas de pessoas participaram nesta manifestação, com o lema “Paz no Médio Oriente, Palestina Independente”. A manifestação começou no Martim Moniz e terminou, à chuva, na Praça do Município. A organização estimou a presença de cerca de mil pessoas.

Manifestação convocada por movimentos de defesa dos direitos palestinianos

A manifestação foi convocada pelo Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN) e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

Políticos portugueses expressam solidariedade ao povo palestiniano

A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, e o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, juntaram-se à manifestação em solidariedade ao povo palestiniano e em repúdio ao massacre em curso.

MAIS:  Investimentos coletivos em valores mobiliários aumentam em Portugal

Apelo ao cumprimento das resoluções da ONU

Paulo Raimundo criticou a hipocrisia da política internacional e pediu o cumprimento das resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU).

Presença de dirigentes políticos e sindicais

Além das delegações do PCP e BE, a deputada e dirigente do PS, Isabel Moreira, também marcou presença. Pela CGTP-IN, a secretária-geral Isabel Camarinha e pela CPPC, a presidente da direção Ilda Figueiredo, também se manifestaram a favor do fim do genocídio.

Manifestantes pedem paz e fim da ocupação

Durante a manifestação, os participantes gritaram palavras de ordem como “Paz sim, guerra não” e “Palestina vencerá”. Cartazes com mensagens como “Pela paz, não à escalada da guerra” e “Fim à ocupação” foram levantados pelos manifestantes.

Escalada de violência entre Israel e Faixa de Gaza

A manifestação aconteceu em meio a uma escalada de violência entre Israel e a Faixa de Gaza. O grupo islamita Hamas, que controla Gaza, lançou um ataque a Israel, que respondeu com bombardeamentos e cortes no abastecimento à região.

Estatísticas de mortos e reféns

Segundo o governo israelense, o Hamas fez mais de 1.400 mortos em Israel e levou cerca de 220 reféns. As autoridades da Faixa de Gaza reportam mais de 8.000 mortes causadas pelos bombardeamentos israelitas, incluindo mais de 3.000 crianças.

MAIS:  Banco CTT garante que todas as pensões serão processadas até o final do dia

Hamas classificado como grupo terrorista

O grupo islamita Hamas é classificado como terrorista pela União Europeia e pelos Estados Unidos da América.