Wallapop celebra primeiro ano em Portugal e espera fechar o ano com receitas globais de 100 milhões de euros

Mais de 1 milhão de downloads durante o primeiro ano em Portugal. É com este número que a Wallapop, a plataforma líder na compra e venda de produtos reutilizados que promove um modelo de consumo responsável e sustentável, celebra um ano de atividade no mercado português. Fundada em Barcelona em 2013, a empresa está atualmente avaliada em 771 milhões de euros e no ano passado gerou receitas de cerca de 72 milhões de euros, um aumento de 265% nos últimos quatro anos, e espera fechar 2023 com receitas globais de cerca de 100 milhões de euros.

A aplicação, que está atualmente presente em Espanha, Itália e Portugal, tornou-se um importante motor de mudança para a sociedade do Sul da Europa, popularizando a reutilização de produto como alternativa à compra. Com uma comunidade de mais de 17 milhões de utilizadores, a plataforma já deu uma nova vida a mais de 640 milhões de produtos, favorecendo assim um consumo mais consciente e sustentável que apoia a economia circular.

Desde a sua chegada, a plataforma encontrou no nosso país um mercado interessante e interessado na compra e venda de produtos reutilizados: de facto, mais de 1 milhão de pessoas descarregaram a Wallapop até à data.

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Durante o primeiro ano de atividade em Portugal, o valor médio por transação na Wallapop foi de 53,24 euros. Além disso, o primeiro produto comprado através dos Envios Wallapop, de Espanha para Portugal, foi um set de jogo de xadrez de cerâmica da Sagardelos que teve o custo de 140€, enquanto a primeira compra com utilização dos Envios Wallapop entre utilizadores portugueses foi um carregador original da Nintendo 3DS que custou 5€.

Já em relação às categorias preferidas dos portugueses, relativamente à publicação de produtos, Consolas & Videojogos, Telemóveis & Acessórios e TV, Áudio & Fotografia são as categorias que preenchem o Top-3. Já relativamente à procura de produtos para compra, a secção de carros foi a mais visitada pelos portugueses desde que a plataforma chegou a Portugal, seguida de Consolas & Videojogos e Casa e Jardim.

Com presença em Portugal, Espanha e Itália, a Wallapop tem mais de 100 milhões de anúncios de produtos criados anualmente e, em Portugal, os produtos mais colocados à venda foram livros, relógios e jogos. Já no que diz respeito às cidades com mais inícios de sessão na aplicação e na web, Lisboa, Porto e Vila Nova de Gaia são as três primeiras, seguidas de Braga e Amadora.

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Só em 2022, a comunidade Wallapop reduziu 31 000 toneladas de resíduos e poupou 2,376 mil milhões de euros, uma vez que, em 81% dos casos, uma compra na plataforma substitui a compra de um produto novo.

Esta mudança para a reutilização em vez da compra de produtos novos trouxe inúmeros benefícios para os compradores, os vendedores, a sociedade e o ambiente. De acordo com os resultados do último estudo conjunto da Wallapop e da Deloitte, a reutilização de produtos pelas pessoas que utilizaram a Wallapop no último ano permitiu poupar ao ambiente: 510.535 toneladas de emissões de CO2, o equivalente a 8 viagens de ida e volta do Sol de carro; 20 mil milhões de litros de água, equivalente a 1 ano e 5 meses de consumo na cidade do Porto; 22 mil toneladas de plástico, o que corresponde à quantidade necessária para fazer uma fila de flamingos insufláveis de Paris a Barcelona; 82.700 toneladas de metal (16.178 toneladas de alumínio e 66.522 toneladas de aço), suficientes para construir a ponte Golden Gate. Tudo isto representa uma poupança para o ambiente equivalente a 723 milhões de euros, suficiente para reflorestar mais de 3,5 vezes a área do Parque Natural da Serra da Estrela.

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“Estamos muito contentes por celebrar o primeiro aniversário da Wallapop em Portugal. Os números mostram-nos que esta foi uma aposta ganha por parte da marca e que o mercado português é um mercado estratégico e com muito potencial de crescimento. Devido à nossa comunidade, estamos a construir um catálogo único no Sul da Europa com o objetivo de tornar a compra de produtos reutilizados como a escolha inicial de compra”, diz Rob Cassedy, CEO da Wallapop.

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