Após “maquiagem”, OE 2024 é uma “operação plástica”, diz IL.

A Iniciativa Liberal critica falta de resposta do Orçamento do Estado 2024 a setores cruciais do país

A Iniciativa Liberal criticou hoje o que considera ser a falta de resposta do Orçamento do Estado 2024 (OE) a vários setores cruciais do país. A deputada Carla Castro afirmou que este é um OE de peças soltas que não monta o puzzle que precisamos para o país. Segundo ela, não há estratégia no OE, que não responde à saúde, educação e ao caos na justiça. De acordo com Castro, este não é o OE que precisamos e que o crescimento atual é uma operação plástica. Ela argumenta que é necessário desmontar muitas das narrativas veiculadas, incluindo as trajetórias do défice e da dívida pública, que foram reduzidas através de impostos e inflação, e não de reformas.

Conferência Orçamento do Estado 2024 aborda desafios de Portugal ao nível das empresas

As declarações da deputada da Iniciativa Liberal ocorreram durante a Conferência Orçamento do Estado 2024 organizada pelo Jornal Económico e pela EY, que aconteceu em Lisboa. Durante o evento, Carla Castro destacou os desafios que Portugal enfrenta no nível das empresas. Ela mencionou a perda de competitividade do país devido ao esforço e complexidade fiscal, além da pouca previsibilidade para o investimento estrangeiro.

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Subida dos salários é questionada em relação aos fundamentos da economia

Carla Castro também abordou a questão dos salários, destacando a subida salarial, mas questionando quais são os fundamentos da economia para salários mais elevados. Ela defende que os salários deveriam estar indexados ao aumento da produtividade. A deputada enfatizou a importância do investimento e da execução do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), destacando a necessidade de ver as contas certas.